quarta-feira, 18 de maio de 2011
Sabatinada
Minh'alma chora
Por ver-te me abdicar
Sem dó nem piedade
Mesmo sabendo o que é amar
Vivo me sabatinando
Porque me deixastes
Todas essas irrelevâncias
Que atingem até as minhas entranhas¹
São como incógnitas de saudade
Me utilizo de um subsídio
Que é viver um amor platônico
Apesar de ser uma utopia
Insisto em viver a minha fantasia
De repente me vejo então
Em um mundo de confusão
Aonde nada faz sentido
Se não estás comigo.
"Brincando com as palavras ,edição 2010"
¹- palavra cedida por Juan Martin
Por: Anna Luiza Mello e Haiane Cavalcante
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